Eu era Cindy. Agora sou Romeu, dá pra acreditar?
Carnaval, já foi tempo de.
Chuva, já caiu do céu tudo o que havia.
Calor, pelo amor de Deus, chega.
Médicos, de gente ou de animal, cuidado.
Era uma vez uma gatinha chamada Cindy, uma siamesa mestiça adotada por uma tia minha, lá em Mogi Guaçu, onde estão todos os meus parentes. Conheci a Cindy no ano passado e fiz a primeira foto dela - até então ninguém tinha feito. Lindos olhos azuis! Quando cresceu um pouquinho, minha tia a levou para castrar. No dia da operação, o veterinário fez o corte na barriga da menina de quatro patas e fechou de novo. Disse à dona da gata que nunca tinha visto um caso raro como aquele, era impossível fazer a cirurgia de castração. Dois dias depois da cirurgia - que resultou só no corte mesmo - minha tia observou a Cindy se lambendo e, de repente, o pipi do gato estava para fora. A Cindy era um gato! E o veterinário não viu as bolinhas (entenda testículos) dele... Inacreditável, né? Estive ontem lá na casa da minha tia e fui apresentada ao Romeu, o gato que "substituiu" a Cindy que eu conhecia.
Só no Brasil mesmo. Daqui a pouco os médicos de gente não vão saber mais distinguir homens e mulheres. Socorro!
"Não sei se este mundo está são, mas pro mundo que eu vim já não era..." (Nando Reis)
2 comentários:
Que história, hein Paula?! Por coincidência, há alguns dias foi a vez de uma siamesa que apareceu aqui em casa entrar na faca para ser castrada. Mas, como ela trouxe a família toda (quatro filhoticos) para cá quando percebeu que o lugar era seguro, desde o começo sabíamos que era meninA :-)
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