segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Acharam o Belchior!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Que hora é agora?
Os relógios sempre me fascinaram, mas de uns anos para cá resolvi abandoná-los. Vivo melhor sem ter um deles agarrado ao pulso, como se contassem os segundos da minha vida. Uso o celular para ver a hora, mas não é um objeto que me persegue a todo momento. Sou apaixonada por relógios de estação de trem, geralmente antiquíssimos. Você passa por eles e percebe que o tempo parou ali. O trem não vai voltar para você vê-lo de novo. Quer melhor sinal de que o tempo não para? Também amo imagens de relógios. De um jeito ou de outro, o tempo parou ali, no exato momento em que alguém o clicou. Era hora do relógio mostrar sua hora eterna. Para alguém, aquele instante tem uma história. Olhei no relógio da parede hoje, quando meu celular tocou e, do outro lado, lá estava a notícia triste. Quando já se tem o âncora da família doente, nunca imagina que algo mais doloroso possa acontecer, com outra pessoa que você ama. Porém, os obstáculos estão aí pra gente encarar. Desliguei o aparelho. Coração na boca. Olhei de novo o relógio. Hora de fazer alguma coisa. Mas só o silêncio me acercou. Os ponteiros não vão parar de girar, ninguém vai deixar de envelhecer. Câncer tem cura. Alzheimer, não. Tem hora pra tudo. E tudo parece chegar na hora errada. Basta perceber qual é a hora de lutar, levantar a cabeça e enfrentar. Esta é a hora. Achava minha mãe inabalável, capaz de passar pelo tempo sem levar uma rasteira dele. O diagnóstico foi na hora certa. Na hora em que ainda é possível tratar a doença. Na hora em que eu vejo o quanto a amo. É a hora errada de perdê-la. É a hora certa de abrir os olhos e enxergar esperança. P.S.: Desculpem o desabafo. Escrever me faz bem...
domingo, 23 de agosto de 2009
E vejo flores em você...
Chuva de domingo
sábado, 22 de agosto de 2009
Melhor lugar
Se fosse por mim
Eu ficava
Mas vê como tudo lá fora mudou
O tempo passou
Feito um louco
Quebrando as vidraças
E a gente ficou
Aqui, sem ter nem pra onde ir,
por medo ou preguiça
Aqui, ilhados por nós
Sequer rastreados por nenhum radar
Aqui parecia ser o melhor lugar
Quem disse que a gente precisa
Perder um ao outro pra se encontrar
Se nada nos prende ao passado
Não é o futuro que vai separar
Enfim
Encosta seu barco em mim
Que o sol já se pôs
A sós
O mundo termina
Na fina fronteira dos nossos lençóis
Em nós
Espalham-se os laços
Desfazem-se os nós
Sonhamos paisagens,
compramos passagem
E nunca voamos pra lá
Enfim
Passeia tua boca em mim
Até me calar
Aqui ainda parece o melhor lugar
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Gafes floridas
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Onde está o furão?
sábado, 15 de agosto de 2009
Quando as palavras preenchem a alma
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A linda pessoa do Fernando
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Homem das pombas - O personagem
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Pandemias
domingo, 9 de agosto de 2009
Meu herói de sempre
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Com licença, muito prazer!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Fragmentos da terça-feira
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Coisas sem (muito) sentido
A adolescente que existe dentro de mim acabou de ler ontem o terceiro livro da série "Crepúsculo" - aquela velha história de vampiros. Este terceiro, que vem depois de "Lua Nova", chama-se Eclipse e fica um pouquinho mais movimentado porque a garota, Bella, se apaixona também por um lobisomem, a segunda opção dela após morrer de amores por um vampiro lindo - o Edward. Morrer de amores foi uma expressão exagerada, eu sei. Mas explica bem a capacidade de alguém que está prestes a se tornar uma sanguessuga. Até aqui foram mais de 1.300 páginas. E, até agora, só um filme produzido: Crepúsculo [em novembro estreia Lua Nova]. E eu? Continuo apaixonada pela história, que deve terminar daqui a dois livros.
Apaixonado pela vida é o que eu diria de um amigo que me mandou um e-mail esta manhã, desejando que a minha semana fosse "tão cheia de luz, de vida e de alegria... que deixasse saudades". Então fiquei pensando como fazer para que esta semana seja realmente inesquecível a ponto de sentir saudade dela. Difícil, hein? Se não fosse pela mensagem dele, tudo estaria dentro da normalidade, do padrão rotineiro. Mas comecei a prestar atenção em cada coisinha, por menor que pareça, e dei mais valor ao que me passava despercebido. Um olhar, um toque, uma música, um obrigada, uma conversa, um abraço apertado em quem tá indo pro exterior amanhã, a ausência da dança...
Quando cheguei em casa, esta noite, o céu parecia um artesanato bordado com fios de cetim. Pintava cores e formas atrás da lua alta. Um espetáculo que eu não teria notado se fosse um dia qualquer. Sem livro pra ler, mas uma pilha de revistas me esperando, decidi não fazer nada e caçar palavras na internet. Aproveitei para analisar um berne escaneado no blog de um fotógrafo [que doidera do Daniel!] e ler histórias de bichos que fazem uma expedição no corpo do homem. Foi um safari e tanto!
A dica do dia para quem estiver apaixonado pela vida é ouvir a música "Lucky", do Jason Mraz e da Colbie Caillat. Vou ser tão boazinha que acrescento o vídeo por aqui mesmo. Então, quando estiverem ouvindo, sintam vontade de agradecer por várias coisas boas, como acordar com saúde, ter mente sadia, ter amigos, ter vida e audição não só nos ouvidos, mas principalmente no coração. Relembrem uma viagem que deixou saudades. Pode ser uma viagem rumo ao interior de si mesmo. Tem coisa boa aí dentro, certo? Então arranque tudo o que há de bom e ponha pra fora essa semana, uma semana pra você também sentir saudade!
domingo, 2 de agosto de 2009
Momento Ana Carolina
"Não vou viver como alguém que só espera um novo amor / Há outras coisas no caminho aonde eu vou / Às vezes ando só, trocando passos com a solidão / Momentos que são meus e que não abro mão / Já sei olhar o rio por onde a vida passa / Sem me precipitar e nem perder a hora / Escuto no silêncio que há em mim e basta / Outro tempo começou pra mim agora / Vou deixar a rua me levar / Ver a cidade se acender / A lua vai banhar esse lugar / E eu vou lembrar você" (Pra rua me levar)
"Aqui / Eu nunca disse que iria ser / A pessoa certa pra você / Mas sou eu quem te adora / Se fico um tempo sem te procurar / É pra saudade nos aproximar / E eu já não vejo a hora / Eu não consigo esconder / Certo ou errado, eu quero ter você / Ei, você sabe que eu não sei jogar / Não é meu dom representar / (...) Não dá pra ocultar / Algo preso quer sair do meu olhar /Atravessar montanhas e te alcançar / Tocar o seu olhar / Te fazer me enxergar e se enxergar em mim / Em mim... Aqui" (Aqui)



