sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

Tempo de olhar pra dentro...
Que o Natal seja a mais bela canção que soa aos seus ouvidos.
E que em seu coração renasça a esperança de dias melhores.
Feliz Natal aos leitores do blog!



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Prolongar...

Quase impossível, no fim do ano, não escrever sobre o fim. O fim da agenda de 365 páginas. Ainda faltam algumas pra virar e confesso que não vejo a hora de fazer o relógio girar mais depressa. Nunca gostei mesmo dessa época, mas este ano está tão do avesso, que não tive tempo pra respirar e pensar que é, realmente, fim de ano.

Parece que tudo o que tinha pra acontecer este ano, de bom e de ruim, já aconteceu. Não espero nada mais pra este fim de 2011. Até esperava, mas as coisas mudam seu curso. Você muda. Outra pessoa tenta modificar sua essência, mas o conteúdo é um só. E cada qual com o seu.

Estamos a dois dias do Natal e recebi hoje uma velha música: "Linger" [The Cranberries]. Prolongar... Fiquei pensando sobre a letra e cheguei à conclusão de que queria prolongar as coisas boas deste ano. Queria prolongar a paixão, a verdade, as amizades, os olhares sinceros, os abraços apertados, os sorrisos contagiantes, o frio na barriga. Queria prolongar a fé, a vontade de acreditar que tudo, no fim, pode dar certo.   


Linger - The Cranberries

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Desaparecidos - vou contar o final!

Desaparecidos me parece que é o nome de uma banda. Bom, seja o que for, deve ser melhor do que o filme, homônimo, em cartaz nos cinemas. É produção nacional. Não havia outra opção pra ver. A saga Crepúsculo domina as poucas salas de cinema nesta cidade de interior, então... Restou ver "Desaparecidos".

Quer uma dica de amiga? NÃO assista. NÃO perca tempo. É de lamentar... E vou até contar a história (se é que isso é história) do início ao fim. Vamos lá. Eu sei que isso é chato. Mas a história é mais terrível ainda.

Seis amigos são convidados pra uma festa em Ilha Bela, litoral paulista. O convite vem junto com uma câmera que fica pregada no pescoço de cada um e, assim, você endoidece vendo as imagens gravadas do pescoço dos jovens, drogados. É tipo documentário. Mas pra mim nem chega a esta categoria. Continuando... Um casalzinho que está na festa resolve ir namorar numa cachoeira, dentro da mata. Daí o rapaz some, do nada. A câmera fica no chão, gravando. Os outros cinco começam a procurá-lo na floresta e, assim, um por um vai sumindo. Mas atenção, quando o último some, adivinha o que acontece??? O filme acaba. Final idiota e previsível. Você fica sem saber quem é que mata as pessoas e ainda sai enjoada da sala de cinema de tanto que as câmeras viram, rodopiam e chacoalham pra lá e pra cá.

Pra quem assistiu Lost, lembra daquela fumacinha que tinha na floresta? É mais ou menos assim que os jovens somem... Por um mistério. Mas não dá pra comparar Lost com Desaparecidos. Foi infame da minha parte. O filme nacional é péssimo. E essa é uma opinião muito pessoal. Não sou crítica de cinema. Apenas aprecio a sétima arte e indico o que acho bacana - o que não é o caso desta vez.

Queria mesmo ver "A pele que habito", no Moviecom Arte, em exibição só hoje. O Felipe Fonseca já fez propaganda no blog dele e fiquei bem a fim de ver a produção de Almodóvar. Infelizmente não vai dar pra ver. O trabalho me chama.


Que belezinha de família!!! 
Uma imagem nada a ver com o post de hoje.


sábado, 10 de dezembro de 2011

Gente do Alaska aqui!

É intrigante notar entre as estatísticas deste blog a presença de visitantes de outros países. Esta semana, por exemplo, tivemos visitas dos Estados Unidos, principalmente da região do Alaska. Caramba! Juro que não conheço ninguém por lá, mas bem que seria interessante ter contato para, quem sabe um dia, conhecer esse belo Estado norte-americano. Aliás, é o maior em extensão territorial, porém, o menos povoado.

Achei um blog bacana, com imagens tão bacanas quanto, pra visualizar um pouquinho do curisoso Alaska. A viagem que eu tinha programado para o próximo ano até que não ficava tão distante da região. Acredito que um voo de umas 2 ou 3 horas poderia me levar ao Alaska. Mas, infelizmente, os planos talvez sejam adiados um pouquinho.

Seja bem-vindo, caro visitante estrangeiro. Em sua homenagem, eis algumas imagens do seu Estado, que eu gostaria de clicar um dia.



Adoro espelhos d'água! Este ficou sensacional.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Felizes para sempre?


Podem dizer o que for da saga Crepúsculo, mas quem é que não quer um amor assim? Um nó na garganta assim? Um nervosismo assim? Um olhar assim? Um sorriso torto assim? Um beijo assim? Um casamento assim?

De todos os filmes, a cena do matrimônio, em "Amanhecer" [em cartaz nos cinemas], é a minha preferida. Não tanto pelo fato de eu ser romântica, mas porque o cenário do casamento é coisa de sonhos. E quando a Bella encontra o olhar de Edward... Ai, ai. Que paz! Sim, eu queria isso pra mim.

A brisa passou

13 de abril de 2011 - Ushuaia, Patagônia argentina, sua linda!
[Foto: Paula Mestrinel]


Doce e amargo novembro se foi. Desde muito tempo, foi o novembro mais frio [pra mim, em todos os sentidos]. Não terei lembranças deste novembro, apenas se esvaiu, deu espaço para novos dias, cedeu a vez para o próximo mês. Virou sua página. Por mais que eu deseje muitos novembros em minha vida ainda, nenhum deles será igual ao outro, mas espero que os próximos sejam brilhantes e iluminados. Como sempre deve ser a primavera. Ô tempo doido!

O cenário desta imagem acima, pincelando uma gelada manhã de abril deste ano na Cordilheira dos Andes, jamais será o mesmo. Posso voltar para Ushuaia um dia, mas tenho certeza que nunca mais farei esta foto, com estas cores ou com esta composição que tão boas lembranças me trazem. O ar denso, o nariz vermelho, as luvas tentando esquentar as mãos... Um dia de aventuras pela frente.

É assim. O que passou, passa. Já teve seu tempo. A brisa que balança a cortina neste exato momento simplesmente se dispersou. A música tocou sua última nota. Outra se inicia. O rojão estourou no céu. O jogador errou a trave. A palavra grafou sua mensagem. O ponteiro do relógio girou. A flor, cansada, despencou.

É como me sinto alguns dias. Cansada. Murcha. À espera de outras primaveras.