quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Quero um ano... Novo!



Já dizia minha antiga terapeuta que não presta a gente fazer listinha de desejos para o ano novo. O motivo: você espera ou deseja tanta coisa, que muitas vezes acaba não realizando e se frustra. Mas uma listinha é só um pedaço de papel ou um espaço branco neste blog cinza [visual novo]. Por que não? Mal não vai me fazer. E 2010 tá aí, já podemos sentir as contrações, a falta de ar, a vontade de parir o primeiro dos próximos 365 dias. Tenho boas expectativas, confesso. E se eu tropeçar, não vai ser a primeira vez. Então, aqui vão algumas linhas carregadas de otimismo.

Quero um ano com menos visitas aos consultórios médicos. Mas se tiver de ir, que saia deles com boas notícias. Quero boas notícias no trabalho e emprego para o ano todo. Quero mais esporte nos meus dias, mais dança, mais música. Quero sentir frio na barriga, quero espantar meus medos, me libertar. Um bocado de mistério, uma porção de aventura e uma pitada de alegria nos próximos 365 dias. Quero sorrisos, abraço, carinho, beijo na boca. Amigos não podem faltar, nunca. Risadas também. Saúde! Quero celebrar e festejar minhas pequenas conquistas. Quero escrever, soltar palavras, arrancá-las delicadamente do coração. Quem sabe um livro nasce em 2010. Quem sabe um romance, uma história inesquecível. Quero aprender - e se errar, que seja pra aprender mais. Quero simplificar os problemas e ampliar minhas amizades. Menos saudades, mais abraços. Menos dor, mais falta de ar de tanta alegria. Uma coleção de viagens, surpresas, desafios. Quero saber mais um idioma, conhecer mais um país, mais uma cultura. Quero ir mais vezes ao teatro, ao cinema, à casa dos amigos. Quero tomar chuva, sol e vento no rosto. Sair por aí de mãos dadas com alguém.  Quero ficar mais perto da natureza, dos animais - especialmente dos meus. Sonhos são bons, mas quero concretizar pelo menos um e que seja o melhor de todos. Quero paciência pra enfrentar os problemas. Deus ao meu lado. Bom humor pra acordar alegre todas as segundas-feiras, terças, quartas, quintas e sextas. Finais de semana cansativos de tão bacanas. E um esconderijo para o meu silêncio. Quero esconder também, bem escondida, minha falta de coragem, minha solidão. Felicidade! Quero um coração forte pra amparar, suportar e encaminhar todos os meus desejos. Desejos que podem ser meus, seus e de todo mundo.

Feliz 2010! Que a gente consiga fazer dele um ano surpreendente. Até lá!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Rumo ao sumo

Disfarça, tem gente olhando.
Uns olham pro alto,
Cometas, luas, galáxias.
Outros olham de banda
Lunetas, luares, sintaxes.
De frente ou de lado,
Sempre tem gente olhando
Olhando ou sendo olhado.

Outros olham pra baixo,
Procurando algum vestígio
Do tempo que a gente acha,
Em busca do espaço perdido.
Raros olham para dentro,
Já que não tem nada.
Apenas um peso imenso,
A alma, esse conto de fada.

Paulo Leminski

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sempre ao seu lado

Bom dia, segunda-feira chuvosa! Foi só me aprontar para caminhar... E água caiu do céu. É assim. Quando a gente acorda de bom humor na segunda, lá vem os empecilhos.

Confesso que há tempos um filme não mexia tanto comigo. Hoje de manhã ainda estava emocionada ao lembrar de "Sempre ao seu lado", em cartaz nos cinemas. Eu sabia que não ia prestar assistir a um filme de animal - evito qualquer um porque geralmente o bicho morre no final. Mas esse drama surpreendeu e me deixou mais triste do que se o cachorro tivesse morrido. A história é baseada em fatos reais e mostra os laços de amizade entre Parker (Richard Gere) e Hachi (um cão da raça akita). Se alguém estiver a fim de se emocionar, vá assistir. É um belíssimo filme, embora triste.



Outra indicação é o livro "Não engula o chiclete", de Aaron E. Carroll e Rachel C. Vreeman. Fala sobre mitos, meias verdades e mentiras descaradas sobre o corpo e a saúde. Os autores são médicos e pesquisadores, que trazem as verdades sobre os mitos, apresentando pesquisas científicas sobre determinados assuntos que não condizem com a realidade como "homens com pés grandes têm pênis grande", "as pessoas só usam 10% da capacidade do cérebro", "pelos e unhas continuam crescendo depois que a pessoa morre", "uma pessoa engole em média oito aranhas por ao" [esse mito eu nunca tinha ouvido falar!]... E por aí vai. É um livro bem interessante e bacaninha pra ler, quando estiver de bobeira.

Uma aventura gostosa aqui "pertim" de casa é a estrada que vai para Pirapora do Bom Jesus. Ontem fomos almoçar nesta cidade, que não oferece muitos atrativos, além de uma igreja, uma praça e uma feira. A fé nos levou até lá, mas o caminho surpreendeu mais que a visita turística. Não me perguntem, pois não sei o nome da estrada, bastante sinuosa e cercada por árvores gigantes. Chegando a Itu, o acesso é pela estrada que vai até a conhecida Fazenda do Chocolate. Bom, é só percorrer o sentido contrário do Rio Tietê que se chega a Pirapora do Bom Jesus. Há algumas fotos no meu flickr, caso alguém se interesse por fotografia. O engraçado é que não congelei as imagens da estrada. Ficou apenas na memória.

Uma ótima semana, queridos leitores!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

I gotta feeling...

I gotta feelling
That's tonight's gonna be a good night
That's tonight's gonna be a good night
That's tonight's gonna be a good good night... (Black Eyed Peas)

Eu adoro essa música, simplesmente porque ela me dá uma injeção de ânimo, embora nem todas as noites prometam... Gosto da Fergie também, que é vocalista do grupo e tem carreira solo paralela. Aliás, ando gostando de tudo.

Semana passada ganhei o CD da Ana Carolina e Seu Jorge (Ao Vivo) e ainda não tirei do rádio do meu carro. Entre as músicas não conhecidas, tem uma bem interessante, que todo mundo se suicida ou enlouquece. Chama-se "Chatterton" - referência a um poeta britânico que morreu em 1770. Cometeu suicídio aos 17 anos. Thomas Chatterton viveu em Londres, foi jornalista e teve vários textos rejeitados. Não aguentou. Tomou arsênico antes de completar a maioridade... Olha só a música me fazendo buscar informação. Nunca me passou pela cabeça saber quem foi Chatterton. Agora, todos sabemos.


Neste exato momento estou tentando comprar ingressos para o show da Beyoncé, que vem a São Paulo no dia 6 de fevereiro. Tá meio impossível, já que telefone e site estão com pane... Aquela história de sempre. Mas eu queria tanto ir!!! Se conseguir ingresso, até me desculpo por ter dito certa vez que ela usa calcinha de enchimento. Só que não vou deixar de dizer que há uma nova música/vídeo em que a mulher remexe o esqueleto mais do que nunca e levanta suspeitas similares: "Ego". Vejam lá se não tenho razão...Bom, se eu for ao show contarei os detalhes por aqui.

É... é quase Natal, mas não estou a fim de escrever sobre ele. Talvez eu produza algo melhor amanhã. Véspera sempre atinge a gente em cheio, com felicidade ou tristeza. Quem sabe o espírito natalino tome conta de mim neste dia 24.

I gotta feeling...

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Não importa...



Não importa se a estação do ano muda...
Se o século vira, se o milênio é outro.
Se a idade aumenta...
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela
[Fernando Pessoa]


domingo, 20 de dezembro de 2009

E você, pra onde vai?


Praga / República Tcheca

Minhas amigas estão na Inglaterra - a Vic chegou ontem e a Rosa, hoje - e eu continuo em casa, ou trabalhando, ou escrevendo, ou limpando a casa nos momentos 'dona de casa', ou martelando o dedo para colocar o enfeite de Natal na porta, ou morrendo de calor nesses dias indecisos - que não sabem se trazem chuva, frio, tempestade ou sol. Reclamações à parte, o domingo está lindo! E eu estou de folga.

Minha irmã ganhou da empresa uma viagem para Praga, na República Tcheca, e eu ganhei cinco dias de folga no Ano Novo. Quanta diferença! Quem mandou estudar jornalismo?! Taí. Vamos pensar duas vezes, na próxima vida, se ela existir mesmo, sobre qual profissão escolher.

Em fevereiro, minha irmã não só vai à capital da República Tcheca, como vai receber um prêmio, da empresa, no castelo de Praga. Ah, que chato! Programa de índio, né? Em fevereiro provavelmente vou cobrir o "belíssimo" carnaval de rua em Jundiaí. Será a "compensação" por folgar cinco dias no Ano Novo.

Chega de comparações. Quero que todo mundo se divirta - seja na Inglaterra ou em Praga. De verdade!!! As viagens são presentes inesquecíveis, que ninguém pode tirar da lembrança da gente. Por isso, considero o melhor investimento cultural e financeiro.

Eu vou "viajar" hoje pela cidade - mas sem passar perto do shopping, que aguardava 110 mil pessoas neste fim de semana. Isso sim é um programa de índio! Como disse outro dia meu amigo Gustavo, não dá pra encarar o shopping neste fim de ano, a não ser que se queira passar nervoso. Uma dica bacana é visitar o Jardim Botânico de Jundiaí à noite. Está linda a decoração de Natal e fica aberto até as 22 horas.

Ótimo domingo pra quem passar por aqui!
=^.^=

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Fim de ano


É o começo do estresse
O fim da paciência

É o começo dos presentes
O fim do dinheiro

É o começo dos planos
O fim do pouco que foi feito

É o começo da fé
O fim da esperança para 2009

É o começo de uma data milenar
O fim de doze meses

É o começo de muito trabalho
O fim do descanso

É o começo de uma canção que diz é pau, é pedra
É o fim do caminho

É o começo de muitos desejos
O fim de um Natal

É o começo de um novo ano
O fim de 365 dias

É o começo de uma poesia
O fim da prosa

Desejo que o fim de ano para os leitores deste blog seja apenas o começo de uma longa história, com muitos capítulos e entrelinhas. Também desejo reticências, pra que possam construir os próximos 365 dias da maneira que quiserem, com pitadas de mistério, romance e ação. Que tudo o que comecem, seja concluído com um ponto certeiro. Mas nunca um ponto final. Só mesmo quando a nossa história terminar. Por ora, ela vai longe!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Quem vai pagar pra continuar a viver?


Confesso, estava com saudade de mandar palavras pra essas bandas de cá. Ei-las aqui, então. E vamos distribuí-las por todos os lados. Sem muito sentido, sem grande importância, sem nenhuma obrigação. Mas palavras hão de visitar este blog nesta noite triste de segunda-feira.

Ontem fui ver vovó, a dona Benedita, que casou com seu Elias, e pariu 11 filhos. Um deles, minha mãe, que ficou sentadinha no sofá da vovó, de mãos dadas com aquela que a criou. Chovia lá fora, na rua Araucária, e dois cachorros de rua se revezavam ao passar em frente ao portão. Molhados, os coitados. Cara de fome, barriga vazia. Partiram meu coração. Cresceu muito o Ipê III, bairro onde a vovó Benedita mora há décadas, lá em Mogi Guaçu. Cresceu muito minha saudade, pois não ia pra lá desde abril. Aos 90, vovó parece melhor que muita gente. Tem saúde de sobra e palavras transbordando pela boca. Como fala!!! Tá sempre cheia de história.

Engraçado como os mais velhos falam de doença, trocam remédios, receitas, cremes, pomadas... Prescrevem coisas e até dão o diagnóstico pra qualquer sintoma. Acho curioso esse costume ou tradição "dos antigos" [que expressão horrorosa, Paula!]. Coceira é sempre alergia, falta de ar é asma, dor na barriga nem sempre é prisão de ventre (ou de vento, como dizem os mais velhos como vovó). Sei lá, talvez eles é que saibam das coisas. Só me irrito um pouco ao ouvir sobre os milagres da igreja (de crenças diferentes), as curas sem explicação, o Senhor que tudo pode e tudo faz. Por isso, muita gente senta e espera. Confia que Ele virá. E espera, espera... Claro que eu acredito em Deus, mas não atribuo a Ele todas as coisas que acontecem conosco, sejam elas boas ou ruins. Acho que temos grande contribuição para fazer o mundo avançar ou desandar. Um dia ser excelente ou péssimo.

Hoje, por exemplo, voltamos à estaca zero num evento que reúne representantes do mundo todo e vem gastando milhões para recebê-los em Copenhague. Assunto de interesse de todos: as mudanças climáticas. Pois bem, as discussões pararam porque não se chegou a um consenso de quem vai pagar a conta para preservar a vida no Planeta Terra. Ou melhor, quem é que vai pagar para que o Planeta não morra em alguns anos? E quem é que pôs as mãos no bolso até agora? Ninguém. Ninguém quer saber de uma dívida que é de todos. Se ninguém paga, ninguém age. Estaca zero. O que mesmo que eles estão fazendo em Copenhague? Passeando...

Acho que é mais fácil uma criança de 4 anos começar a guardar seu dinheirinho para quando tiver que pagar uma fortuna pela água ou pelo ar que respira, num futuro não muito distante, do que um político milionário botar a mão no bolso. Há vida inteligente fora de Copenhague! Minha vovó, aos 90, tem mais cabeça que muito político por aí.

Eu disse que a segunda-feira estava triste... Triste de aguentar!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Brincadeira virtual

Há noites, sem inspiração, em que a gente se diverte com bobeiras na internet. Hoje é uma destas ocasiões. Achei um site para brincar com fotos, fazendo efeitos, animações, enfim... Uma porção de coisas. É bem bacaninha! Dá pra perder umas horas por . Afinal, tá tudo pronto. É só inserir sua foto. Esta acima, por exemplo, é meio sinistra, né? Tá lá a blogueira ao lado da caveira. Que rima horrível! Horrível também é a foto. Lembram daquele book/mico que fui fazer uma vez e saí do lugar só com a foto cortesia? Pois é... é esta imagem que inseri no quadro. Nem vou mostrar a foto toda... Não, não e não. Embaixo, o casamento da minha prima Miriam, noticiado no The Washington Post. Chique no úrtimo!
Claro que eu não ia esquecer de minhas amigas. Olha a gente aí, no ônibus em frente ao Museu do Louvre, em Paris. Vic à direita e Lu (meio apagadinha, sorry...) à esquerda.
Acho que é isso. Adorei brincar!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Caixinha de emoções

"Shimbalaiê, quando vejo o sol beijando o mar Shimbalaiê, toda vez que ele vai repousar..." (música de Maria Gadú)
Não sei porque você se foi, Quantas saudades eu senti, E de tristezas vou viver E aquele adeus não pude dar... (eterno Tim Maia)
Música é "tudibom". Já é quase sexta-feira e cá estou ouvindo música. Impossível alguém que não conheça, e não goste, de "Gostava tanto de você", do Tim Maia - agora também na versão de Tânia Mara. Shimbalaiê é novidade da Maria Gadú, belíssima melodia. As duas canções fazem parte da trilha sonora da novela Viver a Vida. Comprei o CD internacional da novela, porque não achei o nacional. Tirando a música da Mariah Carey, pouca coisa legal sobra no álbum. Tá, eu sei, gosto musical é bem pessoal. Não vamos entrar em conflito com postagens anteriores. Já que falamos de música, assunto bem corriqueiro neste blog, esta semana assisti ao concerto natalino do tenor Caio Duran e da soprano Larissa Lima. Já tinha feito matérias sobre o talento do Caio, mas nunca tinha visto ele se apresentar. Juro, foi de arrepiar!!! A voz destes jovens, na faixa dos 20, 22 anos, é impressionante. Vale dar uma espiada aqui, no site deles. Ah, só pra constar, o Caio Duran é jundiaiense. A "dupla" [essa expressão lembra 'sertaneja', né?] também acaba de lançar um CD e eu indico que vocês ouçam no site uma palhinha da música "Time to say goodbye" - na voz deles. Simplesmente maravilhosa! É claro que este merchandising fica por minha conta. Ambos estudam música e querem pagar os estudos com a venda dos CDs. Acho uma boa causa! O que mais me emociona num dueto - ultimamente estou tão emotiva! - é quando o homem, durante o canto, olha para a sua parceira e sorri, carinhosamente. O sorriso, por si só, é como a composição de uma outra música, particular àquela que cantam. E o público, certamente, sabe reconhecer pessoas que cantam por prazer ou que nasceram pra cantar. Caio e Larissa mostraram no concerto que vão longe. O "casamento" de suas vozes é perfeito.
Música é sempre uma caixinha de emoções e quando a gente menos espera, transborda.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Monalisa Mestrinel

O que venho contar hoje é a mais pura verdade. Pela terceira vez, sendo a terceira hoje, me acharam parecida com a Monalisa [ou Mona Lisa ou La Gioconda, como quiserem]. Pois eu vou botar essa mulher aí do ladinho pra que eu mesma possa comparar. Tá, é a mais famosa obra do Leonardo da Vinci - quiçá o quadro mais famoso no universo das artes - e também o mais valioso. Considerando que a expressão da Monalisa - esse sorrisinho que irrita - não foi decodificada até hoje, já que existem muitas teorias, ela representava o padrão de beleza na época do pintor.
Veja só, o quadro começou a ser feito em 1503 e foi concluído quatro anos mais tarde. Alguns dizem que, nesta tela, a expressão de Monalisa é introspectiva e tímida [tá, até aí são características minhas também]. Também dizem que o "sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador" [aí já não sei].
Andei pensando... Então minha "beleza" é antiga, né? Em 1503 eu seria considerada uma mulher bem bonita pelo Leonardo, certo? Caramba, acho que preciso me repaginar urgentemente. Agora é sério: o ex-prefeito desta cidade pacata veio me dizer hoje que pareço a Monalisa. Há 15 dias, minha irmã também disse isso. E há muitos anos, quando eu cursava o ginásio [a história vem de longe...] o dono de uma doceria também me achou parecida com ela. Eu podia ser uma encarnação da Monalisa, né? Já pensou que chique?!
Fiquem então com a versão dela nos dias de hoje, aí ao lado. Achei uma foto quase na mesma posição da nossa amiga Mona. Fala sério, gente! Vocês também acham que pareço com ela? Já estou me achando tão gorda, que se alguém mais disser que sim, vou acreditar. E talvez pular da Ponte Torta, pra morrer afogada no Rio Jundiaí, ao lado das pombas. Que trágico!