quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O (fervoroso) silêncio de uma dança

Senti a tua respiração ofegante Quanto me puxou junto ao peito E trilhou pelo salão compassadamente Tentei me concentrar nos passos Mas teus olhos inundaram minha mente Despindo-me numa coreografia sensual Nossos lábios estavam quase unidos Mas permanecemos coerentes Rodopiando a vida na velocidade de uma dança Deixamos o desejo apagar a chama do momento E simplesmente bailamos alheios ao universo Como se o suor nenhum significado tivesse
(Dança de salão: para mim, a melhor escolha deste ano!)

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