segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Frágil

Acordei com uma tristeza profunda na alma. Senti lágrimas percorrendo meu interior, como um um pingo de chuva deslizando lentamente por toda a folha do orvalho. Meu sexto sentido fala alto, não mais sussurra. Você não vai voltar! Estou tranqüila e ao mesmo tempo em desespero. Queria olhar de novo em teus olhos, tocar seu coração, afugentar-te em mim. Ah... Essa tristeza parece que não vai me abandonar. Nem esse nó na garganta. Procuro não pensar naqueles momentos para não chorar. Acho que até disfarço bem, para os outros. Não para mim. Essa foi mais uma experiência para colecionar, para aprender. Infelizmente não sou sempre a mulher forte que gostaria de ser. Pelo menos por hoje, admito: sou o sexo pra lá de frágil!

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