segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Não sei a receita pra te esquecer...

O vento sopra saudade A noite começava a nascer Naquela primavera resplandecente Seu riso parecia o sol Seu lábio, um convite Seus olhos fulguravam-me Espelhavam desejo, ansiedade Minh’ alma renascia Vibrava o instante de felicidade O destino era certo para nossos lábios Que se tocaram energicamente Selando o sabor da volúpia Da paixão amarga, insalubre A primavera se desfez Veio o verão, outono, inverno... Você não voltou O vento soprou saudade Hoje seu beijo não é pra mim Mas meu lábio espera o seu Mais uma vez Uma vez mais (estou tentando te esquecer...)

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