sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Tempo de novembrar

Novembro está aí. E até parece que 2008 foi ontem. O Natal já marca território nas lojas e mais uma idade nova se aproxima. Com DNA envelhecendo, resta pintar o cabelo pra esconder os fios brancos. Já pintei, mas não me livrei dos fios albinos. Me dei de presente, antecipado, um Chronus 30+ [para os homens não acostumados a essas frescuras, significa que o creme antissinais é para mulheres com mais de 30]. Ah, que triste! Não é pela idade, não. É que os conceitos vão mudando com o passar do tempo. Quando, em anos anteriores, eu ficaria feliz com um creme antirrugas? Com a idade avançando sempre, graças a Deus, também voltei a um velho hábito adormecido: ver novela. Fazia tempo, mas agora estou vidrada em “Viver a Vida”, do Manoel Carlos. Aliás, nesta quinta-feira a personagem de Aline Moraes sofreu o tão esperado acidente que a deixará tetraplégica. Sabe que me surpreendi com as filmagens? Sério. Achei bem reais, bem produzidas. Valeu a pena esperar pra ver. Outro hábito que já está se tornando velho, e talvez seja o mais estranho de todos, é saudar uma árvore todos os dias, no caminho para o trabalho. Sei lá, mas a danada capturou meu olhar. Se eu passar por ela, sem notá-la, parece que meu dia será péssimo. Já viram isso? Nem eu. Vai entender... Mas eu sempre gostei de árvore e esta, especificamente, fica perto da famosa "Ponte Torta", em Jundiaí. É tão grande que abriga um caminhão do Sedex, estacionado sob sua sombra toda vez que a cumprimento. Preciso saber a espécie dela, pelo menos assim posso chamá-la pelo nome. Sexta-feira chegou. Já dizia Henfil que a gente não pode esperar tanto este dia. Mas por que não, hein? Um beijo para quem passar por aqui e que o seu fim de semana seja gracioso como o desenrolar de uma fita colorida, desenhando formas no ar.

5 comentários:

Jana disse...

Bom fim de semana pra você também!

Beijos

Gustavo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gustavo disse...

Toc (Transtorno Obsessivo Compulsivo) começa assim mesmo. Hoje, uma árvore que tem que ser saudada toda vez que a vemos, amanhã, pedrinhas que devem ser contadas todas as vezes que passamos por ela. Dizem que Roberto Carlos começou assim... e acabou odiando cores escuras, como preto, marrom e roxo. Cuidado Paulinha, que o Toc te pega, te pega daqui, te pega de lá! rsrsrs

Tudo brincadeira!

Tenha um ótimo fim de semana, menina linda!

Bjo

Vitória disse...

"Marcela tem medo da solidão. Fecha os olhos pro mundo procurando enxergar o infinito. Ela sabe que tem algo além do certo. Além do que é permitido. Tem o mar além do aqui. E tem um aqui onde ela quer estar.
Marcela foge do chão. É muito chato ter os pés fincados na realidade. Vai procurando ser alguém, vai sendo ela mesma sem querer, vai se ajeitando sem perceber." (Verônica H.)

Bom fds pra vc tbém amiga!!!
Beijos

Unknown disse...

Gu, gostei da sua teoria. Já pensou se começo a cumprimentar todas as árvores?! Eu, hein!

Vic, adorei Verônica H.. A gente "vai se ajeitando sem perceber". Acho que essa frase é tudo.

Jana, obrigada querida!

Beijo triplo.