segunda-feira, 28 de março de 2011

VIPs

Sem nada programado, sem nada pra fazer, assisti VIPs no cinema, sem saber a história, sem ouvir as críticas, sem nenhuma intenção. Quando a gente vê Wagner Moura no elenco, logo espera que seja um bom filme, um bom roteiro, uma boa história. A história até que é boa, já que o protagonista assume a identidade de várias pessoas, querendo esconder a sua própria. Wagner é Marcelo, e Marcelo é muitos: Carrera, Henrique Constantino, Dumont, líder do PCC...

Ele simplesmente vive a vida de outras pessoas, acreditando ser elas. E com muita habilidade, engana a todos com seus golpes de malandro. Frequenta altas festas, pilota jatos e pequenos aviões, alça voos com suas manobras de "distúrbios da identidade". 

Dirigida por Toniko Melo, a produção nacional é inspirada no livro "Vips - Histórias reais de um mentiroso", de Mariana Caltabiano. Ela teria mantido conversas com o golpista em questão durante um ano, período em que esteve preso, e o resultado foi o livro, que também saltou para a tela do cinema.

A história é interessante. Mas não é um filme que eu veria de novo. Talvez eu leia o livro, pra ver se é um pouco melhor.


Na cena, Wagner Moura encarna Dumont

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