sábado, 29 de maio de 2010
Despedida
Nunca achei que fosse tão difícil me despedir de um seriado. "Lost" me deixou lost. Fiquei cronometrando o tempo para que não acabasse o último episódio, mas não teve jeito. O mistério foi solucionado e todos os meus personagens adoráveis se foram. É quase inacreditável que não haverá novas temporadas. Mas, enfim, tudo tem um fim. E isso me deixa melancólica, como estou agora. Um dia ainda assistirei toda a série de novo pra rever Jack, Kate, Sawyer, Hugo, Claire, Sayid, Desmond, John Locke, Linus, Juliet, Jin e Sun. Por ora, resta dizer adeus a essa turma e reconhecer que o seriado foi o mais eletrizante de todos os tempos. Esperava até que o final me deixasse com mais interrogações, mas respondeu grande parte das minhas dúvidas. Agora fico na contagem regressiva para assistir ao final de "Heroes", que também me faz inquieta.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
A dona aranha subiu pela parede...
Discussão no banheiro:
Irmã mais nova _ Essa aranha está aí nesse sobe e desce faz tempo.
Irmã mais velha _ Por que você ainda não matou?
Irmã mais nova _ Deixa ela aí. Não tá fazendo mal nenhum.
Irmã mais velha _ E se ela for na sua cama?
Irmã mais nova _ Não vai. Está aí há mais de um mês. Já virou a casa dela [a parede do banheiro].
Irmã mais velha _ E se a bunda dela crescer e encher de aranhinhas?
Irmã mais nova _ Sabe que a bunda dela estava maior? Agora estou reparando, ficou bem menor. Acho que já teve cria...
Irmã mais velha _ É melhor matar. Posso matar?
Irmã mais nova _ Não, coitada. Deixa ela. Não vai crescer.
Depois do almoço, a irmã mais nova volta ao banheiro para escovar os dentes...
Irmã mais nova _ Cadê a aranha? Vaaaaal, você matou?
Irmã mais velha [irônica] _ Você acha que eu seria capaz de uma maldade dessa?
Irmã mais nova _ Acho. A aranha sumiu.
Irmã mais nova _ Essa aranha está aí nesse sobe e desce faz tempo.
Irmã mais velha _ Por que você ainda não matou?
Irmã mais nova _ Deixa ela aí. Não tá fazendo mal nenhum.
Irmã mais velha _ E se ela for na sua cama?
Irmã mais nova _ Não vai. Está aí há mais de um mês. Já virou a casa dela [a parede do banheiro].
Irmã mais velha _ E se a bunda dela crescer e encher de aranhinhas?
Irmã mais nova _ Sabe que a bunda dela estava maior? Agora estou reparando, ficou bem menor. Acho que já teve cria...
Irmã mais velha _ É melhor matar. Posso matar?
Irmã mais nova _ Não, coitada. Deixa ela. Não vai crescer.
Depois do almoço, a irmã mais nova volta ao banheiro para escovar os dentes...
Irmã mais nova _ Cadê a aranha? Vaaaaal, você matou?
Irmã mais velha [irônica] _ Você acha que eu seria capaz de uma maldade dessa?
Irmã mais nova _ Acho. A aranha sumiu.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Seven
Sete coisas sobre qualquer coisa:
(1) Adoro quando recebo um telefonema num domingo de manhã de uma amiga indignada com algo que aconteceu comigo. Me sinto tão protegida! Às vezes tô me sentindo sozinha, deprê, e de repente percebo que tenho pessoas preciosas ao meu lado, que me defendem com unhas e dentes, e passam até a odiar quem elas não conhecem. Adorável isso.
(2) Não gosto de escrever sobre mim, nem amores, nem falar sobre o assunto. Nunca gostei. Mas me esforço ou me dedico a falar para certas pessoas que considero queridas. Falar mais poderia me trazer novas oportunidades, em vários aspectos. Por outro lado, gosto dos meus pensamentos encasulados. Um dia, florescerão. Ou, no caso, voarão como borboleta. O blog faz o papel de terapeuta. A blogueira, paciente.
(3) Sou uma defensora da natureza e, se não fosse jornalista, talvez a profissão de bióloga ou qualquer outra coisa ligada a meio ambiente me atraísse. Um dia, comentei sobre a minha mania esquisita de "cumprimentar" uma árvore enquanto vou para o trabalho. Pois a referida espécie, uma seringueira gigante, provavelmente centenária, está prestes a ser arrancada do lugar para dar espaço a uma avenida. Um absurdo tremendo! Não me conformo com essas coisas e vou lutar para que a Prefeitura não a retire de lá. Não acho que tudo tem de ser feito em nome do progresso.
(4) Eu e minha mãe somos como água e vinho. Diferentes desde que me conheço por gente. E conforme os anos passam, mais as diferenças crescem. Ponto final.
(5) Planejo uma mudança. De ares, de ambiente, quem sabe de cidade. Não sei se a ideia está tão amadurecida ainda, mas venho pensando sobre isso. Quero aprender mais inglês. Quero viajar sozinha para o exterior [só pra saber se tenho capacidade de me virar]. Quero ler mais. Quero um trabalho de verdade, que não precise fazer matérias sobre a programação completa do "dia de Santa Rita de Cássia".
(5) Planejo uma mudança. De ares, de ambiente, quem sabe de cidade. Não sei se a ideia está tão amadurecida ainda, mas venho pensando sobre isso. Quero aprender mais inglês. Quero viajar sozinha para o exterior [só pra saber se tenho capacidade de me virar]. Quero ler mais. Quero um trabalho de verdade, que não precise fazer matérias sobre a programação completa do "dia de Santa Rita de Cássia".
(6) Minha irmã é a pessoa mais importante na minha vida e não viveria sem ela. Meu pai, agora é meu filho. Essa inversão de papéis me tornou uma mulher, que antes era apenas uma menina. Também me fez pensar sobre criar um filho nos dias de hoje. E a conclusão não foi positiva, embora eu pense muitas vezes em adotar uma criança mais tarde, sem distinção de cor ou idade. Odeio observar a lista de espera por adoção e perceber que a maioria dos candidatos "seleciona" o perfil da criança, que tem de ser branca, bebê, saudável. Enquanto isso os orfanatos estão entupidos de crianças negras, com alguma doença ou qualquer outro problema. Ser mãe, em muitos casos de adoção, deveria ser uma escolha com o coração.
(7) Sete dias. É o que falta para chegarmos à metade do ano. Caracas! Que veloz esse gira-mundo-tempo. Mas sete também são os dias da semana. Desta semana que eu desejo coisas boas. Aliás, comecei ganhando presente. Minha amiga Eliana passou pelo blog e viu que eu estava curiosa para ler o novo livro da Lya Luft, "Múltipla Escolha". Eis meu presente! Adorei, chérie!!!
P.S.: Na foto abaixo, mais um sete. No caso, sete dólares, o tal do cono, no MC Donald's. E o rapaz amarelinho... Será que é de verdade?
sábado, 22 de maio de 2010
Stereo Love
Música pra dançar no fim de semana.
Stereo Love, de Edward Maya e Vika Jigulina
Leve, boa, contagiante!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Virada [do tempo]
É impressão minha ou está esfriando a cada minuto? A ponta do meu nariz já está vermelha e a vontade de tomar banho diminui a cada minuto... Taí, a única parte chata do frio é tomar banho. Passar pelo processo de tirar a roupa, esperar o chuveiro esquentar e ficar uns instantes ali, sem nada, antes de chegar à água, é insuportável. Mas depois que entra no chuveiro, esquece todo o sacrifício. Não quer sair nunca mais da água quente porque, convenhamos, tem de passar por todo o processo de novo: sair quentinha do chuveiro, sem nada, pegar a toalha e se enxugar correndo para enfiar trocentas roupas no corpo. Ufa!
Essa semana fizeram uma crueldade com um animal aqui no meu bairro. Soltaram uma doberman com a barriga cheia de filhotes na rua. Juro que eu daria uma bofetada na cara do sujeito que fez isso, se descobrisse sua identidade. A cachorra [já disse que não gosto de usar cadela, né?] passou um frio danado, ficou na chuva, até o pessoal de uma ONG vir buscá-la. Que dó! Espero que esteja bem agora. Não consigo me conformar com pessoas sem coração, que maltratam os animais.
E falando em animais, minha gata Sophia ganhou um arranhador para poupar o sofá da sala de suas unhas. O presente, na verdade, é para ela e o Said, meu gato. Mas até agora só a Sophia estreou o brinquedo novo, posicionado estrategicamente ao lado do sofá. Sabe que eu cheguei a duvidar que ela usaria a peça recoberta de cordas e pelúcia fofa? A danada me surpreendeu.
Essa noite coloquei tanto cobertor na minha cama que cheguei a passar calor. Daí a vontade de sair da cama de manhã é quase zero. Mas não tem jeito. Não sou milionária pra me dar ao luxo de passar um dia dormindo.
E falando em animais, minha gata Sophia ganhou um arranhador para poupar o sofá da sala de suas unhas. O presente, na verdade, é para ela e o Said, meu gato. Mas até agora só a Sophia estreou o brinquedo novo, posicionado estrategicamente ao lado do sofá. Sabe que eu cheguei a duvidar que ela usaria a peça recoberta de cordas e pelúcia fofa? A danada me surpreendeu. É isso, gente. Vou tomar banho agora e tentar ficar quentinha. Aproveitem a Virada Cultural este fim de semana em Jundiaí. Parece interessante! Tem Zeca Baleiro, Pitty, Nicete Bruno e Paulo Goular no teatro... Enfim, algumas coisas são legais, sim.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Emotions
Música romântica para um dia de céu lamurioso
Emotions, de Destiny's Child (antigo grupo da Beyoncé)
É minha canção predileta pra dançar bolero! Que saudades das aulas de dança...
terça-feira, 18 de maio de 2010
Ainda olhando para o teto
Um ator que considero meu número é o Thiago Rodrigues, esse fofo aí ao lado. Pra mim, é o mais lindo da TV brasileira - depois do Gianecchini, em Passione. Pois bem, outro dia estava lendo uma coluna na revista Seleções, onde pessoas famosas escolhem seu livro predileto, CD e website. Qual não foi a minha surpresa ao ver que Thiago Rodrigues não acessa a internet! Fiquei pasma. Infelizmente ele não vai ver este comentário [haha, como se algum famoso passasse por aqui...].
Eu custo a acreditar que algumas pessoas não acessem a internet, mas um jovem é quase inacreditável, ou melhor, inadmissível. As crianças parecem nascer teclando. E ontem mesmo vi uma reportagem no UOL sobre crianças de 3 anos que fizeram cartão de Dia das Mães no computador. Olha só!
No caso do ator é diferente. Tudo bem. Talvez seja melhor ele não acessar a rede mundial de computadores devido à porção infinita de notícias a seu respeito. Fotos, então, nem se fale. Infelizmente eles são alvo de revistas de fofoca, que nem sempre trazem informações verdadeiras. Na verdade, trazem especulações da "vida alheia" [seriado, convenhamos, chatinho].
Bom, analisando essa conversa besta que não vai prosperar, continuo escrevendo posts inúteis, como o anterior, "criticado" em outro blog, por meu amigo Beraldi. E ainda bem que é amigo! Mas eu continuo olhando para o teto, toda semana, na cadeira do meu dentista. Ainda acho que podia haver algo mais atrativo no consultório odontológico...
Eu custo a acreditar que algumas pessoas não acessem a internet, mas um jovem é quase inacreditável, ou melhor, inadmissível. As crianças parecem nascer teclando. E ontem mesmo vi uma reportagem no UOL sobre crianças de 3 anos que fizeram cartão de Dia das Mães no computador. Olha só!
No caso do ator é diferente. Tudo bem. Talvez seja melhor ele não acessar a rede mundial de computadores devido à porção infinita de notícias a seu respeito. Fotos, então, nem se fale. Infelizmente eles são alvo de revistas de fofoca, que nem sempre trazem informações verdadeiras. Na verdade, trazem especulações da "vida alheia" [seriado, convenhamos, chatinho].
Bom, analisando essa conversa besta que não vai prosperar, continuo escrevendo posts inúteis, como o anterior, "criticado" em outro blog, por meu amigo Beraldi. E ainda bem que é amigo! Mas eu continuo olhando para o teto, toda semana, na cadeira do meu dentista. Ainda acho que podia haver algo mais atrativo no consultório odontológico...
quinta-feira, 13 de maio de 2010
No consultório...
O meu dentista tem "mãos de fada", graças a Deus. Peraí, acho que não pega bem dizer isso. Ele tem "mãos de príncipe". Nada do que fez em minha boca doeu, até agora. Mas na próxima semana ele vai implantar um pino num dos meus dentes. Vamos ver se passará no teste. Confesso que ando preocupada com isso. O buraco já tá feito.
Estou acabando de fazer clareamento dental. E aconselho quem quiser, pois o resultado é rápido, não dói e você mesmo pode fazer em casa, enquanto dorme. Este foi o método que escolhi, o caseiro. Mas nestes dias frios, a sensibilidade incomoda. E muito! Parece que meus dentes ficam arrepiados de frio.
Bom, mas eu nem precisava contar esses detalhes banais pra vida de vocês. O fato é que eu tive uma ideia, talvez boazinha, enquanto estava na cadeira do dentista hoje. Quantas pessoas passam por ali e, durante uma hora, ficam olhando para o teto do consultório? Daí eu pensei, só pra mim, claro. E se o teto fosse pintado com uma paisagem linda??? Eu ficaria mais tranquila, com certeza. E talvez outros pacientes também, pois teriam com o que se distrair.
Então continuei pensando. Por que algumas igrejas têm o teto pintado, se a intenção, dentro de um templo, não é ficar olhando para o teto? Aleijadinho não se dedicou à pintura de igrejas? Michelangelo também ficou tempos colorindo a Capela Sistina, certo? Pois eu desafio os artistas contemporâneos a pintarem o teto dos consultórios odontológicos. Será que devo sugerir ao meu dentista? Claro que ele vai me achar louca...
Estou acabando de fazer clareamento dental. E aconselho quem quiser, pois o resultado é rápido, não dói e você mesmo pode fazer em casa, enquanto dorme. Este foi o método que escolhi, o caseiro. Mas nestes dias frios, a sensibilidade incomoda. E muito! Parece que meus dentes ficam arrepiados de frio. Bom, mas eu nem precisava contar esses detalhes banais pra vida de vocês. O fato é que eu tive uma ideia, talvez boazinha, enquanto estava na cadeira do dentista hoje. Quantas pessoas passam por ali e, durante uma hora, ficam olhando para o teto do consultório? Daí eu pensei, só pra mim, claro. E se o teto fosse pintado com uma paisagem linda??? Eu ficaria mais tranquila, com certeza. E talvez outros pacientes também, pois teriam com o que se distrair.
Então continuei pensando. Por que algumas igrejas têm o teto pintado, se a intenção, dentro de um templo, não é ficar olhando para o teto? Aleijadinho não se dedicou à pintura de igrejas? Michelangelo também ficou tempos colorindo a Capela Sistina, certo? Pois eu desafio os artistas contemporâneos a pintarem o teto dos consultórios odontológicos. Será que devo sugerir ao meu dentista? Claro que ele vai me achar louca...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Desconfie
Sorria. É segunda-feira de novo. E isso basta. Pode ser "basta" em vários sentidos, tá? Escolha o seu. Afinal, este blog também é democrático.
Já se passaram dez dias deste mês de maio, que antigamente era considerado o mês das noivas. Hoje, o que vejo na internet são reportagens mostrando os casamentos que menos duraram. Vide Ronaldinho e Cicarelli, e outros por aí.
A vida não é mesmo um País de Maravilhas, onde vivem Alice, o coelho, o chapeleiro, a rainha Branca e a Vermelha. [Aliás, bonitinho o filme, mas a história não sei para que/quem serve]. Nenhum ratinho, ou porco da índia [que bicho é esse na fotografia???] entrega uma flor a outra espécie. Ou será que sim?
Meu cunhado estava me contando este fim de semana sobre a nova versão do photoshop, capaz de mudar tudo numa foto, como colocar coisas, tirar, reconstruir as ondas do mar, enfim... uma infinidade [enfim, uma infinidade?] de truques. Sinceramente, acho fofíssima essa imagem dos ratinhos pendurados num galho superfrágil, que talvez não aguentasse nem uma lagarta. Guardo ela há tempos. A foto, não a lagarta que é fruto da minha imaginação. Mas hoje, olhando de novo, fiquei pensando se forjaram a realidade. A cena é linda demais. Um "País das Maravilhas".
E a palavra-chave desta segunda-feira é: desconfie. Dilma já não é a mesma. Carla Perez então! Agora imaginem o que a versão nova do photoshop é capaz. Adoro ver fotografias e faço disso um hobby na internet. Porém, não acredito em tudo o que vejo. Do you believe?
P.S.: A foto acima não tem crédito. Não achei. Por que será? Aproveitando a deixa, agradeço a todos que votaram na minha foto lá no site da National Geographic. Obrigadíssima! Se aparecer o autor da foto dos ratinhos, retiro tudo o que disse. Meu primeiro passo é sempre desconfiar. E aqui vai uma historinha, pra quem tiver mais uns minutinhos:
P.S. da historinha: Quando eu e minha amiga recebemos pulseirinhas de um casal, andando na rua, lá no México, significava que podíamos ir de graça a uma balada (open bar too). Juro que desconfiei de algo. Mas fomos. Chegando lá, levei a primeira cantada da minha vida, de uma mulher. Era GLS a festa. Sem preconceitos, mas sem experimentar "novidades"... Eu bem que tinha desconfiado de algo.
P.S. da historinha: Quando eu e minha amiga recebemos pulseirinhas de um casal, andando na rua, lá no México, significava que podíamos ir de graça a uma balada (open bar too). Juro que desconfiei de algo. Mas fomos. Chegando lá, levei a primeira cantada da minha vida, de uma mulher. Era GLS a festa. Sem preconceitos, mas sem experimentar "novidades"... Eu bem que tinha desconfiado de algo.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Concurso fotográfico
Eu, uma jornalista apreciadora de fotografia - prestes a comprar uma máquina profissional, se Deus quiser e meu saldo bancário ajudar - tive a ousadia, talvez insanidade, de inscrever uma foto minha [não significa que eu estou lá, mas sim o meu click] no concurso da National Geographic. Infelizmente não dá mais tempo de vocês participarem porque eu soube no último dia de inscrição e, portanto, me inscrevi nas últimas horas. Enfim, quem quiser passar por lá e dar uma forcinha votando na minha paisagem, lá de Jericoacoara (CE), agradeço muito. Mas só votem, por favor, se acharem que vale a pena, ok? Eu não vou saber quem votou e quem não votou. A imagem está bem aqui.
Aliás, tem muuuita coisa boa por lá. Vale a pena dar uma espiada na galeria, tem pouco mais de 8.900 fotografias transitando pelo tema "A essência da América Latina". Bom, sonhar não custa nada. O vencedor ganhará nada menos que uma viagem para Washington D.C.. É isso. Pra votar, basta classificar a foto indicando a quantidade de estrelas. Bom passeio por lá! E torçam por mim.
À espera de uma 'velha' amiga
"A chegada da velhice não precisa enferrujar a alma. Sendo inevitável, ela devia ser aguardada e recebida como uma amiga há muito anunciada. E ela vem aos poucos, vem mansa. Não precisamos pedir desculpas quando ela chega, inventando para os outros que temos menos idade do que temos. (...) O espírito é mais importante do que rugas, manchas, andar lento e corpo encolhido: não o espírito jovem, mas um espírito próprio de cada idade, aberto e gentil"
Trecho do livro Múltipla Escolha, de Lya Luft, publicado na revista Veja desta semana. Lindo, não? Fiquei com uma coceirinha pra ler...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Amar é...
Uma delícia recordar os tempos de trocar figurinhas na escola. Nem faz tanto tempo assim... Mas eu fiz isso na primeira série do ensino fundamental, no Sesi. A única coleção que eu me lembro de ter feito era "Amar é...", com os dois personagens nus - uma conotação que seria considerada muito sexual nos dias de hoje. Aliás, é só digitar o nome da coleção no Google pra encontrar de tudo, inclusive posições diferentes de "Amar é...". Uma pena! Nós, enquanto crianças, achávamos romântico o casal, sempre com gestos gentis, apaixonados.
Hoje as crianças, e também meus colegas jornalistas [da minha idade, inclusive] trocam figurinhas da Copa do Mundo. Acho sem graça, já que não me interesso por futebol. Mas a prática de ir até a banca, pagar pelas figurinhas e, finalmente, rasgar o envelope pra ver a surpresa que contém dentro é um barato! Eu adorava fazer isso. Deve ser a mesma sensação que leva milhares de pessoas às bancas ainda hoje.
No caso de "Amar é...", o casal só trazia mensagens de amor. E a gente colecionava essas mensagens, pra mais tarde desaprender o que foi visto na infância. Hoje, amar implica muitas outras coisas, muito além das mensagens. Eu, sinceramente, não saberia mencionar a complexidade do amor. Mas a intenção da antiga coleção, tenho de reconhecer, foi muito bacana. Peraí, não gosto da palavra bacana. Vamos melhorar. Foi... incrível. Fez as crianças conhecerem o "amor" ainda precocemente.
Onde será que foi parar o meu álbum de figurinhas???
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