Adorei! Indicação de minha professora de espanhol
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Elsa y Fred
Quem não viu, veja. "Elsa y Fred - Un amore de passión" é um desses filmes que nos inspiram a viver até o fim - qualquer coisa que se tenha pra viver. Belíssima história envolvida por comédia, drama e romance. Uma das melhores cenas se passa na famosa Fontana di Trevi, em Roma - como um "remake" do clássico La Dolce Vita. Antes de morrer, assista "Elsa y Fred", que numa hora dessas, eles já morreram.
sábado, 24 de setembro de 2011
Espumante
Sem assunto pra escrever...
Apenas umas fotos que fiz em Itu, na Fazenda do Chocolate.
Não conto de jeito nenhum quem foi que a vaca lambeu!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
As horas que passam
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Feliz por nada
Segunda-feira. Day off. Tem tudo pra ser um começo e recomeço de vida (por que não?). Acabei de ler num instantinho "Feliz por Nada", o mais recente livro da Martha Medeiros. Como disse minha irmã, ela já fez "filhos" melhores, mas mesmo assim não deixou de me inspirar com suas crônicas. Martha dedica o livro a uma tal de Kátia - a pessoa que a faz lembrar a todo instante que para ser feliz não é preciso de um motivo. Fiquei curiosa pra saber quem seria a Kátia-guru. Filha? Amiga? Irmã? Ela não diz. Talvez seja esta a intenção, provocar. E tentar descobrir quem é que te faz feliz sem nenhum motivo.
Uma das crônicas mais interessantes de "Feliz por Nada" chama-se "Sisters". Ela reflete que nós, mulheres, somos casadas umas com as outras. Ninguém melhor para entender uma mulher do que outra. Concordo. Mas não me relacionaria com uma, embora eu tenha uma amiga que diz que se casaria comigo (peraí, caso ela fosse homem, claro!). Eis um trecho de "Sisters":
"Aprendemos a compartilhar nossas virtudes e pecados e temos uma capacidade infinita para o perdão. Somos meigas e enérgicas ao mesmo tempo, o que perturba e fascina os que nos rodeiam. Brigamos muito, é verdade: temos unhas compridas não por acaso. Em compensação, nascemos com o dom de detectar o sagrado das pequenas coisas, e é por isso que uma amizade iniciada na escola pode completar bodas de ouro e uma empatia inesperada pode estimular confidências nunca feitas. Amamos os homens, mas casadas, mesmo, somos umas com as outras".
Toca aqui, Martha! Hoje, estou feliz por nada.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Duas vozes femininas
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Cinema, cinema, cinema
Estúpido. Não tem outra palavra que melhor defina o filme "Não se preocupe, nada vai dar certo", em cartaz nos cinemas do Brasil [ficou 2 semanas em Jundiaí]. Ou seja, é uma produção nacional, e das piores. Não sou preconceituosa. Gosto de filmes nacionais, mas esse passa dos limites. Tira a paciência e subestima qualquer cidadão que se atreva a sentar numa poltrona do cinema para vê-lo. Ruim. Muito ruim. Essa é minha avaliação, sem nenhuma estrelinha. Não vamos nem divulgar cartazes por aqui...
Já o longa-metragem "Capitão América" não é meu tipo preferido de filme, mas talvez valha a pena por ter um colírio para os olhos: o ator Chris Evans. Em entrevista à Reuters, o rapaz disse que, a princípio, recusou o papel de protagonista. "O problema para mim foi uma potencial mudança de estilo de vida. Nos últimos dez anos eu pude fazer filmes e ainda conservar meu anonimato. 'Capitão América' mudaria tudo isso, e, se eu não gostasse, eu não teria a possibilidade de desistir, porque me comprometi a fazer seis filmes. Era assustador", comentou o bonitão. Realmente... Saiu do anonimato. E teve de buscar terapia porque, ainda segundo entrevista à Reuters, ele tem dificuldade em ficar sob o olhar do público.
Já o longa-metragem "Capitão América" não é meu tipo preferido de filme, mas talvez valha a pena por ter um colírio para os olhos: o ator Chris Evans. Em entrevista à Reuters, o rapaz disse que, a princípio, recusou o papel de protagonista. "O problema para mim foi uma potencial mudança de estilo de vida. Nos últimos dez anos eu pude fazer filmes e ainda conservar meu anonimato. 'Capitão América' mudaria tudo isso, e, se eu não gostasse, eu não teria a possibilidade de desistir, porque me comprometi a fazer seis filmes. Era assustador", comentou o bonitão. Realmente... Saiu do anonimato. E teve de buscar terapia porque, ainda segundo entrevista à Reuters, ele tem dificuldade em ficar sob o olhar do público.
Eis o Capitão América. Procurem não olhar muito, garotas...
Chris Evans não gosta de estar sob olhar do público
Bom, não é novidade que não gosto de desenho. No cinema. Nunca escondi isso de ninguém. Mas "Smurfs" me fez quebrar a regra. E, claro, saí da poltrona cantando "lá lá lá lá lá lá... lá lá lá lá" (faltou algum "lá"?). Uma delícia recordar os tempos de criança. Só fiquei encucada porque não lembrava do Cruel, o gatinho do Gargamel. Como posso ter esquecido dele? Logo eu, que adoro gatos!
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