quarta-feira, 1 de abril de 2009

Estranhezas...

Às vezes tudo parece muito, muito estranho. Desde a visão até o entendimento, transitando pelas pessoas, comportamento, música e vida.
***
Alguém sobrevive a um parto complicado. A criança nasce com 6 meses, ganha o nome de Estela (de estrela), fica com seqüelas da anoxia cerebral (falta de oxigênio no cérebro) e então passa a vegetar até completar dois anos. Ontem, na festa de aniversário, a criança ligada aos aparelhos estava alheia ao mundo, enquanto mãe, enfermeiros e médicos comiam bolo e salgadinho para comemorar a vida. Que vida?
***
Experimentos. Herbert Vianna já não é mais o mesmo. Fez dueto com a cantora Joelma, da banda Calypso (vi uma reportagem, acreditem), enquanto a dupla Chitãozinho e Xororó uniu-se ao grupo Fresno. Estilos e vozes discrepantes, que não tive e não faço questão de ver o resultado. O bom é que a união durou apenas um dia, durante a gravação de um programa.
***
O livro “Voz sem Saída”, da romancista de primeira viagem Céline Curiol, free-lancer que vive em Nova York, é... Bem estranho! Tô na metade do livro e ainda não consegui entender. Ignorância minha? Talvez seja uma obra sem saída mesmo...
***
“Bom descanso”. Está martelando minha cabeça essa ordem, vinda de uma pessoa que trabalha na mesma empresa que eu, mas que nunca me cumprimentou ou olhou na minha cara. Não houve outras palavras, como ‘tchau’ ou ‘até mais’. Apenas ‘bom descanso’. Devo encarar como um ‘morra’?
***
Minha mãe, aos quase 70, está gostando de Skank. Quem diria! Ela estava cozinhando quando ouviu no rádio ‘hoje acordei sem lembrar, se vivi ou se sonhei...’, início da canção "Ainda Gosto Dela", uma parceria com a Negra Lee. Pois a danadinha foi para perto do rádio só para ouvir melhor... Diz aí se não é estranho!?
***
Estou a 12 dias das minhas férias, mas ando mais empolgada com as férias do ano que vem, com planos mirabolantes com uma amiga que nunca viajou comigo. Está na hora de pensar no presente, não no futuro.
***
"No Line On The Horizon". Novo álbum do U2, banda irlandesa que passou cinco anos longe dos estúdios até parir este CD. Como eles conseguiram? Se a explicação não forem as turnês ou shows, difícil acreditar que um dos grupos de rock de maior sucesso nos últimos tempos tenha deixado de gravar por tanto tempo.
***
Achar boas notícias para publicar no jornal é uma tarefa difícil. Aliás, bem difícil. Já ruins... A cada segundo pinta uma notícia. Não deveria ser o contrário?
***
Estou começando a gostar de Pussycat Dolls. Alguém já ouviu falar? Imaginei que não. Isso é muito, muito estranho. Mas há uma música bacaninha do grupo, formado por cinco mulheres: I hate this part.

4 comentários:

Anônimo disse...

Pois é...
Estrazenhas acontecem a todo tempo.

A vida, por sina, é estranha.

bjs

Jana

Anônimo disse...

Corrigindo:
A vida, por SINAL, é estranha

Anônimo disse...

O bom é que algumas estranhezas dão tempero a nossa vida!!!!

Beijos,
Vic

Gustavo disse...

Olha só... Paulinha inovando.
Tanto lançando as "curtas de Paulinha" quanto nos gostos musicais...
Quanto ao "Bom descanso", não tire conclusões precipitadas. Apenas retribua: "Descanse você, palhaço! Porque eu tô a mil uhuuu!"

Beijão

PS: O Ministério da Saúdade mais uma vez adverte: ficar longe das pessoas que a gente gosta, por muito tempo, faz mal ao coração!