Aluga-se um profissional. Estou solteira faz um tempinho. Podia, se quisesse, alugar por algumas horas um marido para serviços gerais, entende? Só para manutenção mesmo, para que todas as engrenagens funcionem direitinho e com freqüência. Achei na internet hoje a expressão "marido de aluguel" e, por ignorância ou não, é mais comum do que eu imaginava. Mas os 'serviços gerais' são levados ao pé da letra, tá? Conserto de torneira, lâmpada, chuveiro, pia entupida... e por aí vai... Estou precisando de algumas coisinhas desse tipo em casa (lâmpada, não, pois sei trocar, oras!) e a internet me ajudou nesse sentido.
Enxaqueca. Hoje consegui pensar direito, ou melhor, pensar. Ontem foi o Dia Nacional, Internacional e Universal da Enxaqueca, e daquelas! Estava em São Paulo, no Museu do Ipiranga, e não conseguia acompanhar as informações do museólogo - que por coincidência já foi coordenador de um museu em Jundiaí. Portanto, gostou de receber a imprensa jundiaiense por lá. Diferente do Masp... Mas deixa pra lá! Teria aproveitado muito mais o dia se a dor infinita na cabeça não tivesse me acometido. De qualquer forma, valeu a visita àquele prédio esplendoroso, com seu jardim em estilo francês. Voltarei a passeio, não mais a trabalho. No fim de semana fui ao Parque do Ibirapuera, a passeio, sem dor de cabeça, desprovida de relógio, preocupações e sem o tumulto de gente que se debandara para o litoral... Ah, quanta diferença! São Paulo tem me atraído mais nos últimos tempos, mas não me acostumo à sua agitação. Quando saio da marginal e ultrapasso o trópico de Capricórnio (ufa!), já na Bandeirantes, me sinto quase em casa. É como se acabasse de sair de uma panela de pressão.
Escrita velha. É Ano Novo, mas a minha escrita ainda é velha. Tenho justificativa: o acordo ortográfico ainda não chegou ao Museu da Língua Portuguesa, nem à senhora santidade Academia Brasileira de Letras - que prometeu lançar o manual oficial da reforma ortográfica em março. Todos os jornais de São Paulo já adotaram as novas regras e a imprensa de Jundiaí, retardatária, ainda não. Eu, preguiçosa, sigo nessa linha no blog até que a bíblia da ABL seja editada. Acho muita sacanagem estabelecer o acordo sem ter um manual. Se quer saber, acho muita sacanagem essa reforma, completamente desnecessária.
Ando grilada. Tem um grilo dentro do meu computador. Há alguns dias. E ele canta com o micro ligado ou desligado. Nunca pensei passar por uma situação dessas. Tento dormir e o bichinho tá aceso, ligadão, com vontade de cantar. Não pensei em desmontar a torre pra ver se o danado é verde, marrom ou sei lá que diabo é. Mas pensei em alugar um marido que daria um jeitinho nessas pequenas coisas...
Um comentário:
Essa do grilo foi boa! rsrsrs
Só com você mesmo, né Paulinha?
Conselho bem humorado: passa um antivírus nele, quem sabe o computador desencana de vez? rsrs
Beijão
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