sábado, 23 de fevereiro de 2008

Nostalgia

Talvez eu devesse ser musicista. O prazer que experimento quando ouço música é indescritível. Teria ligação com o Dia da Música, data em que nasci? Não sei explicar. Transcende a minha vã filosofia... Hoje ganhei um CD do Alex, meu amigo querido, que gravou 130 músicas para mim. Saí do corpo, como diria Ana Carolina, olhei pra mim e enxerguei uma mulher em êxtase total. Talvez em outro universo, em outra encarnação. Sabe aquelas canções que te conduzem ao passado? Você entra por uma porta e não sabe aonde vai dar... Me deparei com “Sweet Child O’ Mine” (Guns N’ Roses), “My Immortal” (Evanescence), “Closing Time” (Greenday), “More Than Words” (Extreme), “Tears in heaven” (Eric Clapton), “I do It for you” (Bryan Adams), “Angels” (trilha de Cidade dos Anjos, essa eu chorei...), “How bizarre” (OMC), “Take on Me” (Ah Ha), “Because you Loved me” (Celine Dion), “Senhor do Tempo” (Charlie Brown), “How could an Angel” (?), “I feel good” (James Brown), “Wherever will you go” (The Calling), “Twist and Shout” (Beatles), “How do you do” (?), “Fazer amor de madrugada” (Kid Abelha)... Enfim, são 130 fragmentos do passado em forma de música. Tem presente melhor do que esse? Pra mim, não. Só o meu amigo Alex, claro! A ele desejo vida longa em meio às notas musicais. Um dia quero ser igual a ele e comprar um iPod. Vou chegar lá! Êpa, pára tudo. Começou a tocar U2...

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