segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Manuel Bandeira

O último poema Assim eu quereria o meu último poema. Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais. Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas. Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume, A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos, A paixão dos suicidas que se matam sem explicação. (Manuel Bandeira)

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